Úlceras gástricas são comuns em cavalos e potros, principalmente os que ficam encocheirados. O termo síndrome da úlcera gástrica equina é um termo abrangente para descrever um espectro de alterações fisiopatológicas inflamatórias e disruptivas da mucosa que afetam os tecidos mucosos no esôfago terminal, estômago não glandular (doença gástrica escamosa equina), estômago glandular (doença gástrica glandular equina) e duodeno proximal.
Os fatores de risco para o desenvolvimento dessa síndrome em cavalos incluem participação em modalidades de competição, dietas ricas em concentrados (grãos), alimentação intermitente (em bolus), estresse ambiental (pastagem versus confinamento em baias), estresse devido a viagens ou interação social e doenças. A prevalência da Síndrome da Úlcera Gástrica Equina (EGUS) em cavalos de corrida em treinamento ativo e competições é estimada em pelo menos 90%, enquanto em modalidades de competição fora das corridas, a prevalência varia de 40% a 60%.
A prevalência da EGUS em potros neonatos é estimada em 25% a 50%, e os potros apresentam alto risco de desenvolver úlceras pépticas perfurantes até completarem algumas semanas de idade, pois sua mucosa gástrica não está totalmente desenvolvida ao nascimento e eles apresentam secreção contínua de ácido gástrico. Embora a cicatrização espontânea de lesões ulcerativas gástricas tenha sido observada, se o treinamento, as competições e a manutenção dos fatores de risco que desencadeiam a EGUS persistirem, é improvável que as lesões cicatrizem sem intervenção médica.
Exames endoscópicos indicam que pode ocorrer ulceração, perfuração ou estenose duodenal, e não se sabe se esses problemas se desenvolvem exclusivamente como resultado de enterite (duodenite) ou se fatores pépticos, como o ácido, podem desempenhar um papel. Uma vez que ocorre uma estenose, as úlceras gástricas e esofágicas costumam ser graves, exacerbadas pelo retardo do esvaziamento gástrico. Nesses casos, costumam-se usar medicamentos a base de omeprazol, porém, o uso prolongado impede que a proteína seja metabolizada no estomago e quando isso acontece, ela é metabolizada no intestino, causando acidose metabólica, que pode levar inclusive a cólicas. Outro vilão nascido do estômago é a cólica originária do desequilíbrio do PH.
Sim, o desequilíbrio do pH no estômago dos equinos pode, sem dúvida, causar cólica. Os cavalos produzem ácido clorídrico no estômago continuamente, diferentemente dos humanos. Quando esse ambiente se torna muito ácido (pH muito baixo) ou quando há acúmulo de ácido e gases por má alimentação, os riscos de dor abdominal aumentam significativamente.

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O HA150 possui propriedades anti-inflamatórias (ajuda a restaurar o equilíbrio da mucosa gástrica). Um estudo conduzido pelo Dr. Nathan Slovis apresentou uma melhora significativa nas lesões observados por gastroscopia, mesmo mantendo os animais nas suas rotinas de treinamento. O HA 150 desempenha um papel protetor no trato gastrointestinal, especialmente no esôfago e estômago, ele protege contra Refluxo Ácido, ajudando a proteger a mucosa gastroesofágica. A ação mucilaginosa do HA 150 adere às paredes, criando uma barreira que isola o tecido contra a acidez do suco gástrico, proporcionando ainda a cicatrização e recuperação auxiliando no alívio de sintomas de refluxo, ajudando na recuperação de tecidos danificados no esôfago, além de regular o PH do estômago.
Com o estomago mais saudável e agindo conforme sua natureza, há melhora na absorção de nutrientes, devolvendo a saúde, força e energia para o cavalo atleta de uma forma natural.